Rabiscos: Daniel Oldenburg

Pin ups e máquinas. Essas são as paixões do artista gaúcho Daniel Oldenburg, ilustrador autodidata que encontrou na figura feminina e na influência asiática o objeto principal do seu trabalho.

Coisa de artista, o interesse pela arte vem de pequeno. Foi só em 2005, entretanto, que o gaúcho resolveu abandonar o “emprego sério” para se dedicar a sua paixão . Ele aprendeu sozinho técnicas de pintura e segue até hoje utilizando vídeos tutoriais e o trabalho de outros artistas como escola: “A curiosidade é meu maior incentivador”.

Oldenburg encara a ilustração como uma forma de expressão e busca inspiração para seu discurso tanto na ficção quanto na vida real; filmes, livros, ilustrações de colegas e pessoas comuns surgem como formas instigantes para a sua criatividade, que emolduram o universo das formas femininas que ele explora.

Perfeccionista (coisa da natureza do autodidata), o ilustrador é aplicado no estudo profundo da técnica, dando preferência ao traço com lápis e papel “até que note uma evolução no traço”. As imagens são, depois, finalizadas no computador. “Apesar de a caneta digital não ter a mesma precisão, as possibilidades são maiores, e os erros são facilmente corrigidos”, explica.

Em um curso de um mês de duração no Instituto Japonês em Porto Alegre, o ilustrador desenvolveu a noção de anatomia e de como representar artisticamente o corpo humano. “Um mês pode parecer pouco, mas esse curso pra mim foi o estopim pra me interessar cada vez mais em anatomia (além de corrigir o que eu estava fazendo errado)”, ele brinca.

A influência asiática não parou por ali. Panda Roots, como é conhecido o artista, utiliza elementos da arte japonesa, chinesa e coreana em seu corpo de trabalho, com muitas de suas pin ups parecendo saídas de um anime.

De muita dedicação e observação da arte de Serge Birault, David Dunstan, Andrew Hickinbotton, entre outros, o ilustrador cria um ambiente de sensualidade cibernética e fantástico, em que as máquinas se tornam também extensão das mulheres.

Ficou curioso? Dá uma olhada no traballho do cara por aqui:

http://www.artstation.com/artist/pandaroots

A nossa trilogia em parceria com o espaço criativo e multidisciplinar Cartel 011 homenageia a origem e história do bairro de Pinheiros, considerado por muitos historiadores o primeiro bairro comercial de São Paulo e onde fica o Cartel 011. O primeiro lançamento representou a flora local, e o segundo sneaker destaca os índios que originalmente habitavam o bairro.

O Converse CZO Cons Pro Leather, leva uma estampa exclusiva que representa a cestaria do artesanato indígena, detalhes em camurça vermelha representam o urucum utilizado nas pinturas, e o couro com acabamento natural remete à característica handmade presente em todos os sneakers da coleção.

Em edição limitada, o modelo está à venda com exclusividade no Cartel 011, em São Paulo, e pelo site www.cartel011.com.br. Disponível do 37 ao 44.

Buscabulla significa encrenqueiro em espanhol. Mas as encrencas de Raquel Berrios e Luis Alfredo Del Valle deram muito certo e viraram música. Numa mistura de salsa latina, rock antigo e ritmos psicodélicos, eles contrapõem os estilos vintage com a modernidade da música eletrônica. E, se foge do convencional, a gente chama pro Converse Red Light Session.

Confere a apresentação da banda lá em Amsterdã:

A nossa parceria com a marca carioca Blue Man apresenta o clássico Converse CONS Auckland Racer, que de forma criativa, ganha uma das estampas exclusivas da Blue Man.

A estampa nomeada Desejo, representa o floral tropical, um dos temas clássicos da marca carioca. Inspirado nas pistas de corrida, o Converse CONS Auckland Racer, ressalta seu estilo vintage esportivo com seu pontilhado branco da estampa e seus detalhes em camurça e couro.

O sneaker está à venda com exclusividade nas lojas Blue Man, disponível na numeração 36 a 44.

Converse Rubber Tracks: The Oaths

O trio de Guadalajara viajou mais de 500 km para chegar à Cidade do México. Mas foi por um bom motivo. Depois da estreia do primeiro álbum, “Astronomy”, os caras voltaram pros estúdios pra gravar um novo single, só que dessa vez no Converse Rubber Tracks. Desde 2009, Arturo, Poncho e Andrés formam o The Oaths, uma banda mexicana com um pé na música eletrônica australiana e outro na francesa.

O som que eles escolheram pra gravar é “Desorden”. Confere aí: