Parcerias que dão certo

Nesse final de semana estreia o filme Sombras da Noites, mais uma parceria do diretor Tim Burton e o ator Johnny Depp. Já são tantos os filmes juntos que a gente até já perdeu a conta. Nah, não perdemos, não. E junto com a resposta, aproveitamos pra fazer uma lista de outros “casais vinte”, diretores que sempre chamam um ator preferido — ou seria atores que só mandam o CV mesmo diretor? Se você lembrar de algum “casal”, manda ver nos comentários.

TIM BURTON / JOHNNY DEPP [8]

É nada menos que o OITAVO filme dos dois. E parece que Depp faz questão de ser um esquisitão. Ele já foi um cara com mãos de tesoura, chapeleiro maluco, desenho em forma de cadáver, e o dono bizarro duma fábrica de chocolates. E adivinha se é diferente em Sombras da Noite? Claro que não, Johnny Depp faz um vampiro. Mas parece que é o Tim Burton que vai sugar as suas atuações pra sempre.

MARTIN SCORSESE / ROBERT DE NIRO [8]

A parceria clássica também teve 8 filmes, entre eles os geniais Taxi Driver, Touro Indomável e Os Bons Companheiros. Hoje em dia Scorsese prefere um pupilo mais jovem, Leonardo Di Caprio, que já se encaminha pro quinto filme, a já engatilhada produção de The Wolf of Wall Street, para estrear em 2013

RIDLEY SCOTT / RUSSEL CROWE [5]

Aqui é parceria que começou com Oscar, de Melhor Ator e Melhor filme em O Gladiador. Depois disso a dupla não engatou lá grandes sucessos, mas ainda fizeram juntos outros quatro filmes, incluindo o fracassado remake de Robin Hood. Separação a vista?

PAUL THOMAS ANDERSON / PHILIP SEYMOR HOFFMAN [5]

Os dois trabalharam juntos em 4 dos 5 filmes realizados, mas o ator não aparece justo no de maior sucesso, Sangue Negro (2007), que teve 8 indicações ao Oscar. E vice-versa, pois o Oscar de Hoffman como Melhor Ator em Capote(2005), não teve a direção de PTA. Nada que tenha abalado a dupla. O próximo filme está agendado pra outubro, mais uma vez com a dupla lépida e faceira.

Aqui Bate um Coração

Coluna Converse People de hoje com uma das intervenções urbanas mais legais dos últimos tempos,  Aqui Bate um Coração. Para quem ainda não conhece, a gente explica: o projeto surgiu a partir de um grupo de amigos com o intuito de levar amor para as ruas de São Paulo. Dá uma olhada no vídeo da primeira ação:

Os corações feitos de isopor e pintados de vermelho recebem uma camada de verniz para não danificarem nenhuma estátua. O grupo também se comprometeu a retirar os corações que sobrarem (sim, as pessoas podem levar os corações para casa!) e os resquícios de fitas.

Campinas, São João Del Rei, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São José dos Campos, Londres e outras várias cidades também estão recebendo corações.

Gostou da idéia? Entre na página deles no facebook e participe. Faça a sua cidade acordar diferente ;)

Sabe quando uma música boa que fez sucesso no passado recebe uma nova roupagem e fica ainda melhor? Pois é, essa é uma das artimanhas da banda escocesa Belle & Sebastian.

Recentemente eles lançaram um clipe feito pelo designer e animador londrino Stephen Tolfrey. Para quem nunca ouviu falar do cidadão, vale conhecer o site do gringo.

Ele mistura em seus trabalhos a paixão por música, stop motion e muita criatividade. Já para este clipe, ainda foram usados bonecos feitos de toy art perambulando pelas ruas da capital inglesa.

Com um clima meio Instagram, o artista formado em Plymouth Colleg of Art, sudoeste da Inglaterra, consegue deixar ainda mais atrativa a nova versão para a canção Crash, sucesso na década de 80 da banda indie pop The Primitives.

O clipe foi lançado recentemente para divulgar o disco Late Night tales Vol.2, onde os músicos selecionaram canções bacanas de ouvir à noite no aconchego do lar. Entre elas tem até Milton Nascimento e Lô Borges.

Quer saber mais? Veja este teaser com as músicas e aprecie sem moderação.

Hands On: Melissa Westphal

A Melissa Westphal  já saiu aqui no blog mostrando o trabalho incrível que faz pelas ruas de São Lourenço de Sul. Agora ela topou customizar um skid grip inteiro pra gente. Olha só o resultado e aprenda a fazer em casa!

O material escolhido foi apenas tinta para tecido. A Melissa nos contou que não gosta muito de usar canetas pra tecido porque elas não são 100% confiáveis e na maioria das vezes acabam saindo na hora de lavar, por isso se jogou nas tintas mesmo.

Primeiro a Melissa traça a lápis o desenho no tênis. “O lápis é bom porque se a gente errar tem a possibilidade de lavar e apagar ele. Nunca pinto direto com a tinta, porque é muito fácil errar, e uma vez pintado não tem como arrumar o erro.” explicou.

Traço a lápis definido e a Melissa começa pintar os tênis. Nos garantiu que nessa parte já não tem muito “erro” e é só “preencher com tinta os desenhos”. Modesta!

E tcharam, o resultado final. Parece fácil, mas haja talento pra desenhar assim, hein?