Quando pensamos em música, logo nos lembramos de gestos, gritos, cabelos, caras e bocas que acompanham cada tipo de estilo. Pensando nisso, um dos maiores fotógrafos da Alemanha, Paul Ripke, criou uma série de fotografias manipuladas intituladas de “HandsUp”.
Nesta nova série do artista, as cabeças com as suas caras, bocas e acessórios foram substituídas por mãos que representam de alguma forma um estilo e/ou época musical + cinema.
Vale lembrar que as fotos foram produzidas junto ao estúdio POP, um dos mais bacanas na gringa.
Vai dizer, já estamos nos acostumando (e que bom isso) aos graffitis das grandes e até mesmo pequenas cidades brasileiras. A cada dia surge um novo artista, com um talento inovador e traços originais. Mas quando falamos em arte de rua, não podemos pensar apenas em desenhos idealizados através de uma lata de spray.
É bem provável que de alguma forma o trabalho do americano Mark Jenkins tenha chegado ao seu alcance. O artista gringo vem se destacando na cena internacional com as suas intervenções inusitadas em diferentes cidades do mundo, mas o que poucos sabem é que o seu primeiro trabalho foi realizado no Rio de Janeiro em 2003, época em que viveu na capital carioca.
Ele busca, ao mesmo tempo, ser perturbador, irreverente e polêmico. Suas obras são feitas de embalagens, fitas adesivas e bonecos que imitam pessoas normais. Ou seja, impossível não ser impactado e ficar indiferente a tudo isso.
Segundo o próprio Jenkins, o seu trabalho busca revitalizar as ruas, as quais ele considera como “cemitérios”.
Por onde anda, Mark Jenkins ministra workshops ensinando o seu processo de criação. Tudo isso também pode ser acessado em forma de tutorial no site tapesculture.org.
Curtiu? Então vale saber também que o artista era um professor de inglês nos seus tempos de RJ e que nas horas livres começou a fazer experiências nas ruas da cidade. O Resultado diz tudo! Mãos a obra e comece a fazer a sua própria arte também! Nunca é tarde!
Tem gente que não dispensa o bom e velho Converse nem quando o assunto é cachorro, sabiam? Mesmo que eles sejam inspirados nos nosso modelos de Chuck Taylor, e não produzidos por nós, praticamente toda pet shop da esquina já tem modelos fofos e perfeitos pro dog não sujar as patinhas quando for dar aquela caminhada no parque.
Divertido ou bizarro? Fato é que tem várias lojinhas online que vendem esses micro-modelos dos tênis, e o melhor: em vários estilos! No Mercado Livre as opções são várias, desde o clássico azul marinho até lonas estampadas e com pegada mais mulherzinha, pras ladys de plantão. Já a Loucos por Pet oferece muitas estampas e cores, como o camuflado, poás e até modelos mais esportivos, pros cuscos que curtem se exercitar (?).
Frescura ou não, a gente adorou passar o dia admirando essas fotos engraçadíssimas de cães com tênis. E vocês?
Se falarmos que no Canadá existe um homem que ao invés de escrever em seu diário/blog prefere fotografar a sua vida há 13 anos sem parar, seria surpreendente? Ficamos sem respostas. Entretanto, as 4748 fotos tiradas entre o primeiro dia do ano de 2009 até o último de 2011 nos mostram uma realidade totalmente diferente.
Entre altos e baixos, o canadense de Toronto Jeff Harris resolveu que em vez de fotografar uma vida mundana, as suas imagens iriam refletir situações e momentos interessantes. Foi aquela velha máxima mesmo: ele resolver sair e viver a vida. Do jeito que deu, é claro:
Mas, em 2008, Jeff Harris foi diagnosticado com câncer a partir de um pé fraturado após saltar de duas caixas de som (como se fosse um rock star mesmo). Sua perna esquerda sofreu paralisia permanente e o artista começou a sua luta, sempre retratando os altos e baixos da sua vida.
Durante o tratamento, o projeto artístico serviu como terapia. Quando estava perdendo o controle do corpo em função da doença, as imagens serviram para mostrar que ele ainda tinha forças e poderia controlar algo, nem que fosse a sua câmera.
E quando não podia fotografar, o primeiro que aparecesse (incluindo famosos) recebia um pedido impossível de ser negado: “por favor, você pode tirar uma foto minha?”. Quem consegue dizer não numa situação dessas?
A nossa dica é a seguinte: o site de Harris é atualizado uma vez por mês e, geralmente, na primeira semana as fotos dos 30 dias anteriores são postadas. Um detalhe: todas as imagens são registradas com máquinas analógicas. Já a dica do Harris é: “o registro fotográfico do dia-a-dia é um desafio de viver uma vida mais plena”.