Converse Shots: Rodrigos Esper

Esse mês quem nos faz uma visitinha aqui no Converse Shots é Rodrigo Esper, fotógrafo muito do bom, o nome por trás do site I Hate Flash e habitué dos eventos mais descolados do país. Desde o início do ano, ele já lançou o charme dos seus flashes no M/E/C/A/FESTIVAL, no evento de lançamento da coleção de outono/inverno da Farm, na Converse Block Party, está sempre nas baladas mais divertidas do eixo São Paulo e Rio e nos últimos dias teve a chance de conferir o desfile da Auslander no Fashion Rio, que contou com as participações über exclusivas de Zombie Boy e Andrej.

Que currículo, hein? Ainda bem que ele resolveu dividir conosco todos esses momentos incríveis. Nós admiramos muito o trabalho do cara e que jogue o primeiro Converse quem não sentir uma invejinha branca do lifestyle de Esper! Bora lá conferir essas fotos:

Todos são artistas no Hands On

O M/E/C/A/Festival não teve só shows, né? O stand do Hands On no M/E/C/A/Festival superestilizou a galere! Por lá, você podia dar um up no visual, aproveitando nossa shoelace art, ou tinha a opção também de criar o seu próprio button. Olha só o que o pessoal aprontou:

Além disso, várias personalidades cool colaram no stand pra customizar um Converse Chuck Taylor inteirinho. Vamos ver se eles têm mesmo APTIDÃO? Vamos!

Teco Apple e Laura Krebs

Fernanda Evangelista e Schutz

Sam Halliday, guitarrista do Two Door Cinema Club

Leopoldo e Rafa Rocha (Wannabe Jalva)

Rosanne, do Rosie And Me

Tiago Braga, designer

Cacá V, vocalista do Copacabana Club

Diogo Soares

Felipe Guimarães, designer

Já pode avançar no tempo e parar no M/E/C/A/Festival 2012?!

Tá usando: tendências indies

Indie se liga em tendências? Claro que não. Indie que é indie, mesmo, tá nem aí. Mas o que acontece é que, assim, eles acabam lançando tendências – e é nisso que a gente tá de olho.

Além do povo bonito que usou Converse e arrasou, fomos olhar com atenção para o que os bacanas que apareceram no M/E/C/A/Festival, em Atlântida, estavam usando, pra deixar algumas dicas amigas aqui pra você.

Em primeiro lugar, não precisamos nem dizer que o que mais aparecia era um mar de pessoas de xadrez. Mas aí você vai dizer que xadrez não é tendência, que tá aí desde que o mundo é mundo. Verdade, tá mesmo. Mas COMO ele está sendo usado é o que importa – e o que faz a trend.

Teve xadrez miudinho, xadrez grandão, xadrez com brilho, xadrez clássico e xadrez ousado, em cores vibrantes. Teve xadrez misturado com outras estampas, xadrez misturado com outro xadrez e xadrez sobre camisetas – tanto femininas quanto masculinas – com escritos e ilustrações. Realmente, é difícil que ele saia de moda. E se o povo MUDERRNO tá usando, pode se jogar.

No lado mais mulherzinha, as meninas arrasaram muito nas faixas, lenços, turbantes, tiaras e chapéus. É tendência na certa, a gente tá amando. E a dica é sempre boa, porque complementa e coloca um pouco de cor em qualquer look – além de chamar a atenção pro seu rostinho lindo, né.

O lance dos vários anéis ao mesmo tempo também tá pegando MESMO por aqui. Coloque muitos, de todos os tipos, grandes, dourados e prateados, ao mesmo tempo, nas duas mãos. É total over e tem que ter estilão pra segurar, mas é lindo.

As estampas com repetição de coisas fofinhas, estilo pattern, tipo gaiolinhas e passarinhos e gatinhos, ou mais loucas tipo bocas vermelhas – também tão com tudo. São divertidas e diferentes. TODOS AMA.

Anotou? Então VAI GENTE.

M/E/C/A/Festival foi EPIC WIN!

Foto: Esper/I Hate Flash

Parecia muito insólito, um festival com bandas legais tocando no litoral norte gaúcho, não conhecido exatamente pela beleza das praias. O local do evento, um clube não conhecido exatamente pela cultura indie. Mas é do insólito que às vezes saem grandes coisas, e o M/E/C/A festival, no último sábado, no Jimbaram, foi um epic win.

Bandas brasileiras, músicas em inglês

A Wannabe Jalva, de Porto Alegre, foi a primeira a tocar, no meio da tarde. Com as pessoas ainda chegando, mostraram de cara que o festival prometia. Roubaram a cena, e em futuros eventos, é recomendável a escalação em horários noturnos. Já os curitibanos do Rosie and Me, ao tocarem a dançante Ready for the Floor dos ingleses do Hot Chip puxada por um banjo, ensaiaram o primeiro levante de uma horda indie que insistia em continuar sentada na grama. Na seqüência, o Copacabana Club fez geral dançar, pular e gritar sem parar. No set, os já clássicos hits das pistas ”Come Back” e “Just Do It” comandados por Cacá V, atraindo olhares de meninos e meninas. Ainda no palco, a vocalista anunciou que o esperado disco sai nas próximas semanas.

Foto: Esper/I Hate Flash

Bandas gringas, músicas em… inglês também

No começo da noite, a molecada do Two Door Cinema Club começou o que seria, para muitos, o melhor show do festival. Passando em cheque todas as músicas de seu único álbum, mostraram ao vivo extrema semelhança com as gravações. Canções como “Cigarettes in the Theater”, “Do You Want it All”, e “Something Good Can Work” com destaque todo especial pro guitarrista, que reproduz com eficiente perfeição os riffzinhos, sem apelar pra synths ou melodias pré-programadas.

Foto: Esper/I Hate Flash

Vampire Weekend

A atração mais esperada também passou longe de não dar conta do recado. A banda mostrou simpatia e o melhor, tocou muito. Em músicas como “Horchata”, ouviam-se quase cinco mil pessoas do festival cantando junto. Em outras, como “A-Punk” e “Mansard Roof”, abriram-se rodas de danças afro-punk. Mesmo dentro de um festival, o setlist foi praticamente completo, e a maneira como foi executado com certeza deixou quem foi lá apenas pra ver os vampiros mais do que satisfeito.

Foto: Esper/I Hate Flash

Eletronices

Encerradas as atrações indie, o som eletrônico tomou conta da pista, já um pouco esvaziada. Primeiro com os cariocas do The Twelves, que começaram o set com um remix de Phoenix, e daí em diante entupiram a noite com seus celebrados remixes. Fechando a conta, a dupla londrina Layo & Bushwacka enlouqueceu apenas o público mais ligado em house, que já começava a chegar também para a After Party, no Jimba.

Em sua primeira edição, o M/E/C/A mostrou que veio pra ficar. Público animado, nenhum grande problema estrutural, bandas boas. E, claro, o “belo” litoral gaúcho. Todos na espera do próximo, e que chegue rapidinho!