Happy New York’s eve

Chega essa época do ano e pipocam na TV as imagens de neve, dos bonecos, das reprises de Esqueceram de Mim e da Time Square abarrotada. E tudo isso tem uma coisa em comum: New York.

A grande maçã, como é conhecida dos mais chegados, está no imaginário de todos, dos que já foram e também dos que sonham em visitar a cidade. Então pra deixar as imagens mais claras na mente, segue uma lista de músicas que já usaram como pano de fundo seu amor-e-ódio pela cidade mais famosa do mundo. Se liga aí.

Os branquelos do Brooklyn conhecem cada canto dos cinco distritos.

Jay-Z manda que é o Sinatra de hoodie e Alicia Keys explode no refrão que New York é a selva de concreto onde os sonhos são feitos. Arrepia.

Relação de amor e ódio. Ele ama, mas a cidade o deprime.

New York é a cidade pra dar uma voltinha pelo lado selvagem.

Julian Casablancas e amigos tretando com a NYPD. Não que tenham muitos motivos pra isso!

Esse  é o RYAN, não o BRYAN. E não  é AQUELA New York, New York.

Agora assim, AQUELA. Canta pra gente, Frank!

Estamos acostumados a ver pichações e grafites pelas ruas, principalmente nas grandes cidades. Mas de Nova York para o mundo, a fotógrafa, atriz e interventora urbana Katie Sokoler, de apenas 24 anos, criou um novo conceito – auto-intitulado de mini arte de rua – onde sprays e tintas são deixados de lado.

A ideia é transmitir felicidade e criar diversão na vida das pessoas através das suas inocentes etiquetas de amor espalhadas pela big apple. Com pequenas mensagens delicadas, objetivas e colocadas em lugares estratégicos, qualquer um pausa a caminhada e observa a micro arte com um sorriso estampado no rosto. Ou vai dizer que você iria passar reto?

Pegando onda no dia dos namorados, tá aí uma bela dica romântica do que fazer para surpreender o seu amor domingo que vem! Lindo, né?

CONVERSE STORE NYC

Com mais de 100 anos de história, pode até parecer surpreendente mas a Converse lança em Nova York sua segunda loja física. Após o sucesso da primeira loja conceito em Boston, agora o ponto escolhido é um dos bairros mais clássicos de NY, o Soho.

Esta nova loja da Converse é realmente o oposto do estilo uniforme de outras lojas. Conforme explica o vice-presidente de varejo global da marca, a loja é dirigida para jovens entre 18 e 22 anos, que gostam de vestir roupas simples, compostas por um Chuck, jeans e uma camisa xadrez, como ele mesmo disse, “não precisamos de ninguém nos dizendo como se vestir”.

A loja Converse reflete isso, com uma atmosfera descontraída, sem frescuras de merchandising e contém um centro de customização completo para que os visitantes possam personalizar tenis, camisetas e tudo que verem pela frente!

A loja abriga a maior variedade de Converse no mundo e o destaque é que a partir de 648 pares de Chucks vermelhos, brancos e azuis, foi montada uma enorme bandeira americana.

Entre os símbolos do projeto arquitetônico da loja, foram utilizados telhas do metrô de Nova York e arquibancadas de ginásios foram recuperadas para trazer a herança do basquete que a cidade tanto possui. Uma série de produtos de vestuário exclusiva também está disponível em comemoração à abertura da loja, como por exemplo as camisetas com nomes de bairros de NY:

Veja mais algumas fotos da loja:

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Conversation Team

John Varvatos CBGB

Jonh Varvatos CBGB - o templo do rock que virou museu

Em Nova York existia um templo do rock, o CBGB (Country, Blue Grass & Blues). Fundado por Hilly Kristal, o clube trazia músicos de blues, country e bluegrass, como o nome sugeria. Mas o CBGB se tornou nada menos que um dos berços do movimento punk americano, sendo um dos primeiros lugares onde, por exemplo, os Ramones tocaram. Com o passar do tempo, o CBGB se tornava um lar do rock, abrigando em sua época áurea nomes como Blondie, Talking Heads, Patti Smith, Television, New York Dolls, Stooges e até o Police em seu comecinho. Com o passar dos anos, todo mundo deu um jeito de tirar uma casquinha do CBGB e a lista de bandas que tocaram no clássico bar nova-iorquino inclui AC/DC, Nirvana, ZZ TopPearl Jam, Radiohead e Ratos de Porão, só para citar algumas. Mas por dívidas com aluguel e divergências com o locatário, o clube foi fechado em 2006, não sem antes um último show, com a lenda Patti Smith e Flea, do Red Hot Chilli Peppers. Kristal pretendia reabrir o clube em Las Vegas, mas faleceu em 2007, e junto com ele, seus planos.

John Varvatos, estilista que possui sua linha própria Converse, comprou o espaço, decidido a fazer justiça à história do CBGB. A boutique que Varvatos abriu lá em 2008 não é uma simples loja, mas também um museu do rock, que mantém viva a memória dos anos anteriores:

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Também há o site oficial do CBGB, onde é possível fazer um tour virtual em 360º pelo antigo clube nos seus velhos tempos.

Conversation “One-two-three-four” Team