Ao longo da história, vocal nunca foi um predicado pra música de qualidade. Os mais variados estilos tinham no instrumental potente a sua glória, e a lista tem jazz, rock progressivo, pós-rock, surf-music, trilha de filme e, porque não, música clássica.

Apresentamos hoje pra vocês uma mixtape só de músicas instrumentais, daquelas feitas para sonorizar uma baita viagem. E às vezes pra viajar nem precisa sair de casa, vai dizer? Então aperta esse play logo e curte essa numa tranquila, numa relax, numa boa.

Pra baixa o mp3 completo e curtir no iPod é só clicar aqui com o botão direito e dar um “salvar como”.

TRACKLIST

Pixies – Letter to Memphis
Yo La Tengo – Blitzkrieg Bop
Oasis – Fuckin in the Bushes
Macaco Bong – Noise James
Hendrix – Third Stone from the Sun
Beastie Boys – Sabrosa
The Go Team – Everyone is VIP to Someone
Explosions in the Sky – Welcome Ghost

As 10 melhores faixas #1 do álbum de estreia

Imagina dar o play pela primeira vez numa banda e a música ser horrível? O impacto da primeira audição pode ser a fronteira do amor e ódio. Pois lembram de Alta Fidelidade, que tem super essa temática LISTAS e nós também já falamos aqui? Uma das listas descritas no filme/livro são as melhores faixas 1 de todos os tempos, independente do disco.

Então convocamos as melhores faixas 1 do álbum de estreia: o puro impacto, algo que sipá foi a primeira música que a pessoa ouviu da banda (pelo menos na época do vinil/CD). E aí, o que acham? Aqui segue nosso Top 10!

10. Oasis – Rock n Roll Star (album Definitely Maybe, 1994)

9. The Doors – Break on Through (álbum The Doors, 1967)

8. Pixies  – Bone Machine (álbum Surfer Rosa, 1988)

7. Jesus and Mary Chain – Just Like Honey (álbum Psycho Candy, 1985)

6. Beatles  - I Saw Her Standing There (álbum Please Please Me, 1963)

5. Os Mutantes – Panis Et Circenses (álbum Os Mutantes, 1968)

4. Jimi Hendrix – Foxy Lady (álbum Are You Experienced, 1967)

3. Led Zeppelin – Good Times Bad Times (álbum Led Zeppelin, 1969)

2. Guns N Roses – Welcome to the Jungle (álbum Appetite for Destruction, 1987)

1. Ramones – Blitzkrieg Bop (álbum Ramones, 1976)

Hey Ho, Lets Go!

Se tiver algo que inacreditavelmente deixamos de fora, mete a boca nos comments \m/

Um Converse pra cada Rockstar

Hoje a gente resolveu fazer algo diferente: dar uma VIAJADONA na imaginação. E se cada modelo da nova coleção da Converse fosse inspirado em um rock star? E se cada estrela fosse escolher seu Converse preferido? Pra nós, esse seria um mundo bem lindo – porque, convenhamos, tem modelos que são A CARA de alguns rockers por aí, né não?

Por exemplo, o sempre presente aqui no blog James Dean. Ele não era músico, não tocava nenhum instrumento, não era frontman de banda alguma mas, mesmo assim, entrou pra história como ícone do rock – muito por ter sido símbolo da explosão deste estilo musical nos anos 50, e da rebeldia associada a ele. Dean influenciou os Ramones e até um Remix My Converse por aqui. E, é claro, o Jack Purcell é o Converse que tem a sua cara.

E, falando nos Ramones, sua rebeldia punk dos anos 70 também marcou a história da música – e também o estilo da época, com o estranhão Joey Ramone e sua trupe abusando das jaquetas de couro, dos jeans detonados e dos tênis gastos (sem falar naqueles cabelos esquisitíssimos, né). Tudo isso combina muito com um dos modelos da nova coleção: um Chuck Taylor clássico, mas em couro preto.

Nos anos 90, Billie Joe e sua turma também fizeram história no punk – mas uma história diferente, transformando-o em algo escrachado, engraçado. Se hoje o Green Day ficou meio emo e anda até mais quietinho, a gente prefere lembrar do auge da banda ;) Não seria A CARA desse Chuck Taylor rabiscado?

Na mesma década, um carinha loiro e descabelado de Seattle formou a banda que mudou completamente o rock. Kurt Cobain, é claro. Rockstar do movimento grunge, ele morreu cedo mas deixou um grande legado musical – e de camisas de flanela xadrez. Vai dizer que ele não tem tudo a ver com esse modelo que já parece até vir meio desgastado?

E por falar no Kurt, lembramos da mulher dele, a igualmente (ou pior) encrenqueira Courtney Love. Sua banda, o Hole, fez muito sucesso, mas Courtney marcou principalmente por ter aberto as portas para uma série de mocinhas loiras e malucas na música (deu pra lembrar de várias?). A gente acha que ela ia amar esse modelo de zebrinha – é irreverente, é animal print, mas não é a que todo mundo usa. Bem como ela.

E já que estamos falando de mulheres no rock, como esquecer de Joan Jett? Ela foi fundadora, na segunda metade dos anos 70, do The Runaways – sim, a banda que ganhou um filme no final do ano passado, com Kirsten Stewart fazendo justamente o papel de Joan. Nos anos 80, formou o The Blackhearts e lançou o hit “I love rock ‘n roll”, que todo mundo conhece, né? Roqueira clássica, Joan é a cara desse modelo slip on preto com tachas.

Também nos 1980, o Sonic Youth trilhava um outro caminho: junto de bandas como o Pixies, liderava os primeiros passos do chamado “rock alternativo”. Seu estilo musical mistura um monte de referências, e por isso eles são conhecidos por sua criatividade e suas experimentações melódicas. Na visual, porém, são bem básicos, e costumam usar Converse no palco mesmo. Tudo a ver com este modelo cinza e preto, da mesma linha do que Thurston Moore usa na foto abaixo.

Os ingleses do Oasis também fizeram história no rock e no chamado britpop, com seu universo “brit” bem presente inclusive nos looks, mais sóbrios e clássicos. Dos anos 90 até o final dos anos 2000, eles foram, sem dúvida, uma das maiores bandas do mundo – apesar das constantes brigas entre os irmão Liam e Noel Gallagher. A gente só espera que eles não briguem também por esse Converse, que tem a cara deles. ;)

Se o Oasis era 100% britânico, Karen O, do Yeah Yeah Yeahs é pura multiculturalidade. Com mãe coreana e pai polonês, ela nasceu na Coreia e se mudou para os EUA ainda criança. Sua banda é um dos bons exemplos da safra indie dos anos 2000, mas Karen é pessoalmente conhecida por seu estilo fashionista. No palco, ela usa figurinos incríveis, e seu corte de cabelo virou marca registrada, copiado por muita gente. Por apostar muito no design, ela tem tudo a ver com essa botinha Converse, de desenho incrível e detalhes interessantes.

E você, acha que tem mais modelos com a cara dos rockstars? Conta pra gente!

5 filmes com rockstars no elenco

Essa é pra quem curte rock e também um bom cinema!

Vários artistas da música já deram a sua passadinha nas telonas, não necessariamente com aquele sucesso, desenvoltura e performance de responsa. A lista tem muita gente, desde os Beatles nos anos 60 correndo das fãs, passando por Bon Jovi, Mick Jagger, Paulo Miklos no Brasil, Madonna, uma meia dúzia de rappers, a galera do Pearl Jam no filme Singles, e o hour concour de todos, Fábio Júnior #NOT. Mas alguns deram bola dentro, e a gente separou numa lista, olha só:

5. Rotação Máxima: Nos anos 90, Flea e Anthony Kiedis são vistos em vários filmes de qualidade duvidosa. Kiedis é de uma gangue de surfistas num filme do Keanu Reeves, enquanto Flea é o cara que desafia Marty McFly prum racha em De Volta pro Futuro II. Mas, juntos, eles aparecem nesse filme do Charlie Sheen, como dois metaleiros-debilóides dirigindo uma truck do qual o protagonista pega uma carona. Impagável.

4. Cry-Baby – Iggy Pop aparece como o tio loucão do protagonista, na história dum carinha, cantor e líder de gangue, que tem a habilidade bizarra de expelir uma lágrima. Com vibe anos 50 e delinquência juvenil, Johnny Depp, conhecido por sua ligação com o rock (ele já tocou num disco do Oasis e é amigo do Keith Richards!) faz o papel principal.


3. Down By Law – Tom Waits, lembrado pela galera do rock pelo cover do Ramones pra “I Don’t Wanna Grow Up”, faz um locutor de rádio que acaba na cadeia por engano. Rodado em preto-e-branco, virou um clássico cult.

2. O Homem que Veio do Espaço: David Bowie interpreta um alien que vem a Terra em busca de água e fica rico entre os humanos ao vender sua tecnologia avançada. A capa do disco Station to Station, lançado um pouco depois em 76, é uma fotografia do filme.

1. Queimando Tudo: comédia rasgada sobre o uso de drogas, a dupla Cheech & Chong passa o filme na estrada, se metendo em encrenca. A versão dublada passou a exaustão durante os anos 90 no Brasil, e é de onde o Planet Hemp tirou a frase “acho que a galera tá fumando demais aí” que abre o disco deles com o nome do filme. Clássico!