O conhecido artista-arquiteto gaúcho Mateus Grimm é prova viva de que o talento aparece cedo na vida de um artista. Dos seus desenhos em cadernos antigos ele partiu direto para as ruas cinzas de Porto Alegre, colorindo e enriquecendo um pouco o olhar dos transeuntes de plantão.
Absorvido pela cultura do hip hop, punk e skate, as suas obras aparentam um mundo único, uma espécie de paralelismo entre a realidade e a interpretação da vida, ou seja, o seu traço especial.
Mateus Grimm que já era famoso por suas customizações, intervenções urbanas e exposições; ficou ainda mais conhecido depois do convite para pintar os vagões do Trensurb em Porto Alegre. Para quem não sabe, esses trens já receberam nomes de peso da cena artística nacional, como por exemplo, a dupla OS GÊMEOS.
Além disso, ele é conhecido pelo uso de criaturas estranhas, originais e gigantes. Além de esculturas exóticas.
Curtiu? Bom, ele já participou de algumas ações da Converse e também fez alguns modelos exclusivos. Saca só:
Desde 2007 a Converse comemora o rock no seu Dia Mundial presenteando a galera com ações surpreendentes, inovadoras, que extrapolam aquele espírito subversivo e transgressor.
Mais do que shows, o Flashrock é uma experiência. Na primeira edição, na madrugada do dia 13 de julho em Porto Alegre, foi reunido um grupo de grafiteiros, bandas e videomakers em 5 pontos de ônibus da cidade. Tocando o horror, quase literalmente.
No ano seguinte, em 2008, o cenário escolhido foi a Rua Augusta, em São Paulo. Quase como uma ação de guerrilha urbana, Lobão apareceu e tocou seis músicas, sem avisar ninguém, enquanto grafiteiros e videomakers também registravam o momento. A rua lotou e a polícia acabou com a festa, puro rock!
O Rio de Janeiro foi a cidade sede do Flashrock em 2009, com um show surpresa da Cachorro Grande, embaixo dos Arcos da Lapa.
Ano passado, a função aconteceu também em clima de suspense, com o público de Belo Horizonte sabendo apenas de um encontro na Praça da Savassi, um dos principais pontos da cidade. O que parecia um barracão de obras no meio da praça deu lugar, na verdade, a dois showzaços das bandas Macaco Bong e Black Drawing Chalks. À noite, com a tradicional Lapa Multishow lotada, outra festa deu sequência à comemoração.
Esse ano, claro, não será diferente. Quem se arrisca a adivinhar o que vem por aí? A contagem regressiva já começou: www.comemoreorock.com.br
Continuamos nossa série de apresentar bandas novas sabendo mais sobre elas nesse clima meio “rede social”. Com um papo curto e grosso, rápido, instantâneo, como é a Internet.
Para hoje apresentamos a Telecines, power trio de Porto Alegre, de rock visceral, dedo no olho. Formada por Tito, vocal e guitarra, Gustavo Foster na bateria e B5, no baixo, dá uma sacada abaixo no que eles tem pra apresentar e porque vale a pena correr atrás do som imediatamente. Se vale de algo, a gente mais do que recomenda.
Status
Acabamos de gravar o clipe de 36, estamos compondo músicas novas e preparando algo que não sabemos se será um novo EP ou um disco. E marcando shows que estão nos deixando meio assustados de TÃO PREZA.
Telecines em 140 caracteres
Riffs com o maior nível de paudurescência que a gente conseguir, Big Muff em todos os instrumentos e aulas diárias com Josh Homme.
Por que curtir?
Porque barulho é bom, melodia é bom, cantar rock em português é bom e sair de noite pra ver três caras quebrando tudo num palco pequeno enquanto todo mundo bebe cerveja é muito bom. E porque ninguém é completamente feliz, as pessoas não prestam e a vida é curta. Aproveite.
O que a banda chamaria de MeuEspaço?
O nosso espaço são vários: num bar do tamanho de um banheiro tocando pra 50 pessoas muito loucas, num baita palco do lado das bandas que a gente mais respeita, na casa de alguém da banda ensaiando, tomando Brahma de latinha e parando pra discutir Star Wars ou simplesmente numa festa ouvindo coisa boa com as pessoas que a gente gosta.
Discos em que a compatibilidade é Altíssima, Muito alta, e Alta.
Altíssima: “Paranoid”, do Black Sabbath; “Songs For The Deaf”, do QOTSA e “The Colour And The Shape”, do Foo Fighters
Muito Alta: “Take Them On, On Your Own”, do Black Rebel Motorcycle Club; “High Visibility”, do Hellacopters e “Lavô Tá Novo”, do Raimundos.
Alta: “Pinkerton”, do Weezer; o primeiro do Led Zeppelin, “Party Animals”, do Turbonegro, qualquer um dos Desert Sessions e, ultimamente, tudo do Johnny Cash.
Um scrap final pro pessoal.
Entrem no nosso site. Assistam nosso clipe. Ouçam nossas músicas. Vão aos nossos shows. Vão a SHOWS, independente de quem. Show é onde o troço acontece de verdade, e show lotado é uma das coisas mais afudês que existem.
Se tu leu até aqui, aproveita e já confere o resto em www.telecines.com.br. E não esquece de deixar recado avisando se gostou!
Esse mês quem nos faz uma visita é a fotógrafa Gabriela MO, jornalista da revista Void, habitué da noite porto-alegrense e responsável oficial pelos flashes nas festas da casa Beco 203. Esse mês ela traz todo seu olhar para a nossa coluna Converse Shots, e mostra como o pessoal tem investido em um Converse na hora da paquera. Olha só: