Contagem regressiva pro Lollapalooza

Agora que falta menos de um mês, já dá pra fazer a contagem regressiva pro Lollapalooza, dias 7 e 8 de abril em São Paulo. Pela primeira vez no Brasil, um dos mais tradicionais festivais do mundo não deixou a desejar no line-up brasileiro.

Tem a muito esperada vinda do Foo Fighters de carro-chefe, mas há várias atrações que vale um bico. Como o próprio Jane’s Addiction, do organizador do evento Perry Farrel, a banda do verão Foster the People, a veterana “rainha do rock” Joan Jett, a brand new music do Cage The Elephant. Um pouco disso e muito mais você confere na nossa mixtape, daquelas pra começar a ouvir hoje e não parar até o dia do festival. Boa música, bons shows!

[Pra baixar o mp3 é só clicar aqui com o botão direito e dar um salvar como].

Contagem regressiva pro Lollapalooza! by Converse on Mixcloud

TRACKLIST

Jane’s Addiction – Stop!

Arctic Monkeys – Reckeless Serenade

Band of Horses – Is There a Ghost

Joan Jett – Bad Reputation

Peaches – Boys Wanna Be Her

Foster the People – Helena Beat

Friendly Fires – Paris

Foo Fighters – Time Like These

Cage the Elephant – Tiny Little Robots

Converse Street Style @ São Paulo

Saia cigana + Converse de oncinha. Que mix de prints incrível, não?

Por Gabi Laragnoit

Converse People: #projetofireworks

Quem ilustra a nossa tão querida Converse People esse mês é o povo do Projeto Fireworks, responsáveis por ter feito o primeiro grande led throwie brasileiro. Mas aí você se pergunta, wtf é isso? A gente explica!

Os throwies são mini luzinhas coloridas atiradas pra formarem intervenções urbanas em locais públicos, causando um efeito bem massa e divertido. A primeira função dessas rolou esse ano na Augusta, uma das ruas mais badalas de São Paulo.

O Mateus Bagatini, um dos nomes por trás da intervenção e participante do Coletivo Ovo, nos contou que na verdade a ideia de led throwie foi criada pelo Graffiti Research Lab: eles pensam, desenvolvem e recebem ideias de intervenções urbanas diferentes, sempre com experimentos. Então agrupam as ideias e convidam todos ao redor do mundo pra continuar com as ações.

Nós conhecemos a ideia há 2 anos e começamos importar os leds, imãs e baterias. Já que são pecinhas não muito baratas e que precisam ser muitas pra rolar aquele efeito. Montar eles foi demorado mas fizemos ao som de rock `n roll e regados a bebidas e amigos, o que deixou tudo bem mais divertido!

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Durante a ação na Augusta os cinco amigos conseguiram reunir muita gente que super se interessou em atirar os throwies contra a parede! “A galera pegava dos nossos, os que caíam no chão e até tiravam os colados pra jogar de novo”, conta Mateus. “O mais legal foi a ideia da quebra na rotina. Pra mim é o que mais me interessa nessas ações, a mesma rua, as mesmas pessoas, e de repente isso tudo“!
E pra quem curtiu, fica a dica: já tem coisa nova vindo por aí, ele disse pra ficarmos de olho no #projetohelio. Ficamos curiosos, conta mais Mateus?!

Rabiscos: O Cranio de São Paulo

Os personagens mais antigos do nosso país são temas frequentes no trabalho do jovem grafiteiro Fabio de Oliveira, mais conhecido como Cranio.  Nascido em 1982 e pintando nas ruas de São Paulo desde 1998, o artista vem chamando a atenção pelo seu estilo original capaz de refletir os problemas do Brasil atual.

Ele busca levar para as ruas um pouco da nossa cultura e também uma crítica a sociedade consumista com um tipo de grafite-protesto. Seus desenhos, com traços inconfundíveis e detalhistas, estampam pontos estratégicos da capital paulista.

E como todo bom grafiteiro, o que move o artista é a atmosfera das ruas, a adrenalina de pintar, correr riscos, receber elogios e até mesmo críticas. Levar a arte mais democrática a população e sentir, talvez até entender, o impacto na vida destas mesmas pessoas. Isso tudo faz com que Cranio deseje nunca parar de pintar (fato que nós agradecemos muito).

Recentemente, o artista participou do projeto Sampa Graffiti, criado pelo diretor Paulo Taman. No documentário abaixo, durante a realização de um grafite, ele fala um pouco mais do seu trabalho e do sentimento de poder levar arte a todos:

Cranio não consegue imaginar a capital paulista sem as cores e a alegria da arte de rua. Para ele, São Paulo sem grafite não é São Paulo. Nós concordamos, e você, o que acha?