Brand New Music: Wannabe Jalva

A Wannabe Jalva é aquela banda que retrata com perfeição o termo “moderno”, no sentido mais elogioso que isso possa ter. Não tem medo de jogar no som uma miscelânea de referências, que vão da guitarra mais distorcida ao sintetizador mais ruidoso. Dá pra pogar com a galera, mas também dá pra dançar na balada. O primeiro disco deles, recém lançado, você ouve de graça inteiramente no Facebook. E falando nisso, é naquele nosso tradicional bate-papo-via-rede-social que apresentamos um pouco mais da banda. Confere:

Status

Acabamos de lançar o nosso primeiro registro em disco, Welcome to Jalva, que está disponível para audição no Facebook e em breve para download. Agora a ideia é fazer clipe, esperar o disco em formato físico chegar e TOCAR, TOCAR e TOCAR pelos quatro cantos do mundo!

Wannabe Jalva em 140 caracteres

Wannabe Jalva é uma montanha-russa sonora que vai te levar para um lugar que você nunca foi. We make all ages freestyle music.

Por que curtir?

Por que nós fazemos música que gostamos de coração, sem pensar muito onde isso vai dar. O resultado acaba sendo algo natural, cheio de referências bacanas e extremamente vibrantes. Somos pessoas normais fazendo música que gostamos de ouvir tanto na sala, quanto no carro ou em uma balada.

O que a banda chamaria de MeuEspaço?

O nosso espaço é em qualquer lugar, desde que estejamos nos sentindo bem para mostrar o que sabemos fazer de melhor juntos: música. Poderia dizer que o nosso espaço é o palco, onde soltamos a lenha, mas na real ele está um pouco presente sempre que nos reunimos. No nosso estúdio, onde compomos nossas músicas, num ambiente descontraído tocando com outras pessoas e amigos, conhecendo bandas novas, fazendo churrasco, ou tocando pelo Brasil afora. Ainda temos muita estrada pela frente, somos uma banda relativamente nova, mesmo já tendo conquistado coisas legais há MUITOS outros espaços para conhecer e se identificar.

Something New – Wannabe Jalva from Gabriel Gomes on Vimeo.

Discos em que a compatibilidade é Altíssima, Muito alta, e Alta.

Somos bem ecléticos, então segura:

Altíssima: Raconteurs – Consolers of the Lonely; Jamiroquai – Travelling Without Moving; Wilco – Sky Blue Sky; RHCP – Californication; Stevie Wonder – Talking Book; Kings of Leon – Aha Shake Heartbreak

Muito Alta: Foo Fighters – Theres Nothing Left to Loose; The Doors – The Doors; Queens of The Stone Age – Rated R; Yeasayer – Odd Blood; Michael Jackson – Thriller; Phoenix – Wolfgang Amadeus Phoenix

Alta: Kanye West – My beautiful dark twisted fantasy; Arctic Monkeys – Favourite Worst Nightmare; Pantera – Vulgar Display of Power; Franz Ferdinand – Tonight: Franz Ferdinand

Um scrap final pro pessoal:

Escutem nosso disco, Welcome to Jalva, e passem adiante, para o máximo de pessoas que você sentir afinidade. Conversem conosco pelo Facebook, Twitter, ou melhor, pessoalmente, nos nossos shows! And let’s dance to JALVA MUSIC!

M/E/C/A/Festival foi EPIC WIN!

Foto: Esper/I Hate Flash

Parecia muito insólito, um festival com bandas legais tocando no litoral norte gaúcho, não conhecido exatamente pela beleza das praias. O local do evento, um clube não conhecido exatamente pela cultura indie. Mas é do insólito que às vezes saem grandes coisas, e o M/E/C/A festival, no último sábado, no Jimbaram, foi um epic win.

Bandas brasileiras, músicas em inglês

A Wannabe Jalva, de Porto Alegre, foi a primeira a tocar, no meio da tarde. Com as pessoas ainda chegando, mostraram de cara que o festival prometia. Roubaram a cena, e em futuros eventos, é recomendável a escalação em horários noturnos. Já os curitibanos do Rosie and Me, ao tocarem a dançante Ready for the Floor dos ingleses do Hot Chip puxada por um banjo, ensaiaram o primeiro levante de uma horda indie que insistia em continuar sentada na grama. Na seqüência, o Copacabana Club fez geral dançar, pular e gritar sem parar. No set, os já clássicos hits das pistas ”Come Back” e “Just Do It” comandados por Cacá V, atraindo olhares de meninos e meninas. Ainda no palco, a vocalista anunciou que o esperado disco sai nas próximas semanas.

Foto: Esper/I Hate Flash

Bandas gringas, músicas em… inglês também

No começo da noite, a molecada do Two Door Cinema Club começou o que seria, para muitos, o melhor show do festival. Passando em cheque todas as músicas de seu único álbum, mostraram ao vivo extrema semelhança com as gravações. Canções como “Cigarettes in the Theater”, “Do You Want it All”, e “Something Good Can Work” com destaque todo especial pro guitarrista, que reproduz com eficiente perfeição os riffzinhos, sem apelar pra synths ou melodias pré-programadas.

Foto: Esper/I Hate Flash

Vampire Weekend

A atração mais esperada também passou longe de não dar conta do recado. A banda mostrou simpatia e o melhor, tocou muito. Em músicas como “Horchata”, ouviam-se quase cinco mil pessoas do festival cantando junto. Em outras, como “A-Punk” e “Mansard Roof”, abriram-se rodas de danças afro-punk. Mesmo dentro de um festival, o setlist foi praticamente completo, e a maneira como foi executado com certeza deixou quem foi lá apenas pra ver os vampiros mais do que satisfeito.

Foto: Esper/I Hate Flash

Eletronices

Encerradas as atrações indie, o som eletrônico tomou conta da pista, já um pouco esvaziada. Primeiro com os cariocas do The Twelves, que começaram o set com um remix de Phoenix, e daí em diante entupiram a noite com seus celebrados remixes. Fechando a conta, a dupla londrina Layo & Bushwacka enlouqueceu apenas o público mais ligado em house, que já começava a chegar também para a After Party, no Jimba.

Em sua primeira edição, o M/E/C/A mostrou que veio pra ficar. Público animado, nenhum grande problema estrutural, bandas boas. E, claro, o “belo” litoral gaúcho. Todos na espera do próximo, e que chegue rapidinho!

Brasucas no M/E/C/A/Festival

Foto: Renata Chebel

Tá certo que as maiores atrações no line up do M/E/C/A/Festival são gringas. Mas a programação de bandas nacionais não deixa a desejar. Pra quem já tem ingresso na mão e tá meio por fora do som que os brasucas vão fazer sábado que vem, confere nosso resumão express:

COPACABANA CLUB

O quinteto curitibano estourou depois de ganhar um concurso de bandas promovido pela Levi’s. Como prêmio levaram a produção de um vídeoclipe, que ficou incrível, e a partir daí foi só crescimento. Cantando em inglês e fazendo uma mistura de indie rock, música eletrônica e new wave, com ousados toques de punk e bossa nova, os curitibanos do Copacabana Club já consquistaram o cenário nacional e agora caminham para o exterior. Em 2010, se apresentaram no famoso festival americano South by Southwest e abriram os shows do Friendly Fires e Moby no Brasil.

Just Do It é o hit eterno da banda. Arrasta o sofá da sala e curte aí:

ROSIE AND ME

Coincidentemente também de Curitiba, a Rosie And Me faz um som mais leve, com uma pegada mais folk e moderadamente pop, conduzida com acordes simples e letras instrospectivas. Bonfires é pra dançar coladinho na hora do show:

WANNABE JALVA

Direto de Porto Alegre e filha da nova geração do indie rock gaúcho, a Wannabe Jalva usa o rock para resultados bastante dançantes. Ali, guitarras funkeadas e bateria explosiva se misturam a sintetizadores sem nenhum medo. You And I é o single mais recente, e conta a participação da Holger.

O Indie Stage do M/E/C/A/ ainda terá discotecagem dos cariocas do The Twelves na finaleira, e do jornalista indie expert Lúcio Ribeiro entre os shows.

Imperdível né? Então conta pra gente qual show você não aguenta mais esperar pra ver?!